É uma vida, em que em cada dia se espera algo diferente.
Um momento marcante ou apenas uma palavra de apoio, em que cada vez mais, tudo muda, passas de importante a sem significado algum.
Guardas recordações em fotografias, passam-se anos e o coração na mais perfeita aflição não reage, sente-se o peso dos braços caírem sobre o próprio corpo, percebe-se que as forças foram deixadas em cada pegada.
O olhar já só vê o passado e é tudo relembrado, conta-se histórias e fala-se de memórias enquanto se está sentado no velho e sujo banco de jardim.
É lá que se entristecem, sentem-se abandonados e são tratados com desdém.
Mas com os seus sorrisos encantadores, demonstram solidariedade por quem está em fase de negação.
Porque atenção, tudo o que começa tem um fim.
segunda-feira, 20 de dezembro de 2010
domingo, 19 de dezembro de 2010
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( Uma criança dorme )
Voz: Acorda, vou ter que partir e não consigo ir sem falar contigo.
Criança: Vais mesmo?
Voz: Tem que ser, ninguém me deu um aviso.
Criança: Prometes-te que não me abandonavas.
Voz: Estarei sempre contigo, só não me vais ver.
Criança: E o que faço com as saudades que vou sentir ?
Voz: Não as esqueças. Ajudar-te-ei sempre a sorrir.
Criança: Vens-me buscar?
Voz: Quando estiveres preparada, a minha mão unir-se-á á tua.
Criança: Estar sem ti magoa.
Voz: És peça do meu coração. Agora dorme.
Criança: Eu sei que voltas.
Quando acordou, perto da sua almofada encontrou uma pequena folha de papel, onde dizia:
Diz sempre o que sentes e não partas sem avisar.
Voz: Acorda, vou ter que partir e não consigo ir sem falar contigo.
Criança: Vais mesmo?
Voz: Tem que ser, ninguém me deu um aviso.
Criança: Prometes-te que não me abandonavas.
Voz: Estarei sempre contigo, só não me vais ver.
Criança: E o que faço com as saudades que vou sentir ?
Voz: Não as esqueças. Ajudar-te-ei sempre a sorrir.
Criança: Vens-me buscar?
Voz: Quando estiveres preparada, a minha mão unir-se-á á tua.
Criança: Estar sem ti magoa.
Voz: És peça do meu coração. Agora dorme.
Criança: Eu sei que voltas.
Quando acordou, perto da sua almofada encontrou uma pequena folha de papel, onde dizia:
Diz sempre o que sentes e não partas sem avisar.
quinta-feira, 9 de dezembro de 2010
Vrai
Já imaginas-te uma andorinha sem asas ou uma túlipa sem pétalas?
Imagina como seria se andasses descalço pelos grãos de areia e não os sentisses, pensa como seria se mergulhasses no mar e a água não te tocasse.
Imagina como seria se sentisses que andavas a preencher uma folha vazia com meras ilusões.
Numa história havia uma chama de esperança e de acreditar, não se pode perder o que o destino nos ofereceu e não se pode negar quando o sol resolve brilhar.
Não escolhemos quando a noite nos envolve nem podemos evitar pensar em momentos que se recorda pela amabilidade de uma estrela.
Contudo, perdemo-nos, aprendemos, voltamos e paramos.
Erra-se e não se admite, caracteriza-se por uma ingenuidade suprema.
Existem rótulos com certas semelhanças, mas repara-se nos verdadeiros como em simples olhares de crianças.
Observa o que te rodeia, inspira energia positiva, despede-te do mais banal, absorve o melhor de ti e tira partido do melhor dos outros.
Tu és de mais, o que os outros são tão pouco.
Imagina como seria se andasses descalço pelos grãos de areia e não os sentisses, pensa como seria se mergulhasses no mar e a água não te tocasse.
Imagina como seria se sentisses que andavas a preencher uma folha vazia com meras ilusões.
Numa história havia uma chama de esperança e de acreditar, não se pode perder o que o destino nos ofereceu e não se pode negar quando o sol resolve brilhar.
Não escolhemos quando a noite nos envolve nem podemos evitar pensar em momentos que se recorda pela amabilidade de uma estrela.
Contudo, perdemo-nos, aprendemos, voltamos e paramos.
Erra-se e não se admite, caracteriza-se por uma ingenuidade suprema.
Existem rótulos com certas semelhanças, mas repara-se nos verdadeiros como em simples olhares de crianças.
Observa o que te rodeia, inspira energia positiva, despede-te do mais banal, absorve o melhor de ti e tira partido do melhor dos outros.
Tu és de mais, o que os outros são tão pouco.
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