« Fechei os olhos e tentei dormir, aquela dor não deixou...»
Por vezes perco-me entre o que vivi e o que gostava de ter vivido.
Entre o sentir-te aqui e pensar em ti, entre o ver-te e o imaginar-te, entre o ouvir-te e o iludir-me.
Por vezes queria o que não é possível, falar contigo e obter resposta, contar-te coisas e saber que me ouves.
Por vezes, gostava que tivesses cá, que te orgulhasses de mim, que lesses o que escrevo, gostava que pensar em ti não me fizesse chorar, que soubesses porque sorrio, que me abraçasses, que me ligasses, que me desses os parabéns e desejasses um Feliz natal.
Por vezes, imagino como seria se acordasse e estivesses por perto, o que te diria, o que faria, o que pensaria.
« Não choro em frente á minha mãe, eu que gosto tanto dela, mas esta dor não quer desaparecer...»
Sinto-te em mim como eu estou em ti.
sábado, 3 de julho de 2010
segunda-feira, 28 de junho de 2010
Dá.
Segue a tua vida, não olhes para trás, vive intensamente porque o tempo não volta.
Acredita que tudo é possível, partilha, canta, sorri, dança, fala, pensa.
Conhece-te e dá-te a conhecer.
Torna-te melhor a cada passo que dês, ouve com atenção o que te querem dizer.
Diz devagar o que queres transmitir, sente com carinho cada momento que te marque.
Mesmo com o sol demasiado quente, diverte-te, relembra conversas sem nexo.
Não te arrependas das caminhadas que percorreres.
O futuro é um enorme texto, escrito por alguém mas ditado por ti.
Reúne todas as tuas forças e age, faz diferença, marca a tua presença.
Olha nos olhos de alguém e demonstra mil palavras.
Sorri para alguém e pensa.
Fala para alguém e sonha.
Sonha com alguém e sê Feliz.
quinta-feira, 24 de junho de 2010
Pessoa.
Somos pequenos e grandes, responsáveis e irresponsáveis, conscientes e inconscientes.
Julgamos o errado por certo, caímos, levantamo-nos e voltamos a cair.
Julgamo-nos donos da verdade e que a mentira reside noutra localidade, talvez até noutro planeta.
Julgamos que a mentira não nos afecta e que as nossas atitudes irracionais não trazem consequências.
Guardamos no fundo do coração acontecimentos que pretendemos esquecer.
Somos livros numa biblioteca antiga, guardamos histórias muitas vezes sem sentido.
Os sentimentos trazem-nos á memória coisas que nos marcaram, o coração acelera, as pernas enfraquecem e deixamos de acreditar nas nossas certezas.
A Saudade existe quando não vês um olhar, quando não ouves uma palavra, quando sentes a ausência daquela presença.
É aí que percebes que o teu orgulho foi demais, que devias ter dito, que devias ter olhado, que devias ter escutado, que devias ter ido atrás e que devias ter lutado.
Não devias ter desistido, nunca devias ter feito força para esquecer, nunca devias ter guardado, nunca devias ter fingido e nunca devias ter posto o orgulho á frente do sentimento.
Cobardia é falta de coragem para assumir os seus erros, para admitir que falhou, que foi fraco.
O arrependimento distingue o que foi feito do que ficou por fazer, do que foi dito e ficou por dizer.
A Tristeza diz-nos que falar ajuda a alterar e a evitar muita coisa.
A sinceridade só ajuda se for no momento exacto, não um tempo depois.
Um pedido de desculpa é o ínicio mas jamais mudará seja o que for.
Um obrigada por tudo, por nada, por alguma coisa e por coisa nenhuma.
Julgamos o errado por certo, caímos, levantamo-nos e voltamos a cair.
Julgamo-nos donos da verdade e que a mentira reside noutra localidade, talvez até noutro planeta.
Julgamos que a mentira não nos afecta e que as nossas atitudes irracionais não trazem consequências.
Guardamos no fundo do coração acontecimentos que pretendemos esquecer.
Somos livros numa biblioteca antiga, guardamos histórias muitas vezes sem sentido.
Os sentimentos trazem-nos á memória coisas que nos marcaram, o coração acelera, as pernas enfraquecem e deixamos de acreditar nas nossas certezas.
A Saudade existe quando não vês um olhar, quando não ouves uma palavra, quando sentes a ausência daquela presença.
É aí que percebes que o teu orgulho foi demais, que devias ter dito, que devias ter olhado, que devias ter escutado, que devias ter ido atrás e que devias ter lutado.
Não devias ter desistido, nunca devias ter feito força para esquecer, nunca devias ter guardado, nunca devias ter fingido e nunca devias ter posto o orgulho á frente do sentimento.
Cobardia é falta de coragem para assumir os seus erros, para admitir que falhou, que foi fraco.
O arrependimento distingue o que foi feito do que ficou por fazer, do que foi dito e ficou por dizer.
A Tristeza diz-nos que falar ajuda a alterar e a evitar muita coisa.
A sinceridade só ajuda se for no momento exacto, não um tempo depois.
Um pedido de desculpa é o ínicio mas jamais mudará seja o que for.
Um obrigada por tudo, por nada, por alguma coisa e por coisa nenhuma.
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