O medo esconde e é refúgio de segredos, é silêncio na solidão.
Medo é fraqueza guardada, omitida a qualquer gesto ou palavra. Demonstra-se com olhares perdidos e sons iludidos, força de fingir.
Coragem, verdadeira até um ponto, até mudar de parágrafo ou chocar com uma vírgula, sentir a dor de lutar, repetir a culpa de magoar, não aceitar falhar.
Desconfiar dos actos mais vulgares e imprimir vezes sem conta uma folha em branco.
Tentar despedir e esquecer de tal.
quarta-feira, 26 de maio de 2010
segunda-feira, 24 de maio de 2010
Meu Mundo
Tenho o meu mundo, que guardo só para mim, numa caixa de tesouros.
Mantenho-me assim, até o lápis se apoderar de mim.
Já o dividi e não gostei do resultado, já o esqueci ou me iludi, ele existe e mantém-se sempre ao meu lado ou em mim.
Por vezes infrinjo as minhas próprias regras e dou de mais o que tenho pouco, ou então, sou de mais e tu és tão pouco.
A janela abriu-se suavemente, a tua voz sente-se tão presente, o teu olhar dá-me tudo e ensinas-me o que queria e não sabia.
Desenhas a Banda desenhada mas o final sou eu que o escolho.
Mantenho-me assim, até o lápis se apoderar de mim.
Já o dividi e não gostei do resultado, já o esqueci ou me iludi, ele existe e mantém-se sempre ao meu lado ou em mim.
Por vezes infrinjo as minhas próprias regras e dou de mais o que tenho pouco, ou então, sou de mais e tu és tão pouco.
A janela abriu-se suavemente, a tua voz sente-se tão presente, o teu olhar dá-me tudo e ensinas-me o que queria e não sabia.
Desenhas a Banda desenhada mas o final sou eu que o escolho.
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